1. Como foi o teu primeiro contato com o Twitter?! Qual a tua primeira impressão sobre ele?
F - Meu primeiro contato foi por volta de Agosto de 2007, onde alguns blogs nacionais começaram a usar a ferramenta. À principio não me despertou muito interesse. Porém em Setembro do mesmo ano ocorreu o Imasters Intercon, um evento de comunicação e tecnologia onde pude ter um grande contato com a ferramenta e ver seu potencial para cobertura de eventos, foi paixão à segunda vista (risos). Logo fiz meu cadastro e comecei a utilizá-lo constantemente.
2. A que você responsabiliza a popularidade crescente do Twitter?
F - A multiplicidade do meio. No Twitter é possível acompanhar as principais noticias do dia, opinião sobre elas, trocar links interessantes com amigos, utilizá-lo como confessionário, discutir o sexo dos anjos, e se divertir como se fosse uma mesa de bar... Tudo ao mesmo tempo e não importando o local em que você está, se no trabalho, casa ou até mesmo no trânsito.
3. O Twitter pode ser considerado uma ferramenta jornalística de que forma? Quais as vantagens que ele oferece?
F – Sim. Algumas das vantagens que ele oferece é a rapidez com que é possível trocar informações, agilidade para noticiar fatos e linearidade para cobertura de acontecimentos.
4. Qual a diferença do Twitter para os blogs convencionais, no que diz respeito à Publicidade e ao Jornalismo?
F - Com relação à publicidade ainda não existe um modelo real e aplicável à ela no Twitter, nem mesmo os publi-editoriais são comuns. Não são nem mesmo muito aplicáveis devido à limitação dos 140 caracteres permitidos por mensagem. Também por esse motivo ele se diferencia bastante de um blog, onde por característica nativa é comum se desenvolver um bom texto esmiuçando determinado assunto, e com inúmeras referências, algo que o Twitter não permite.

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