Brasil sente os efeitos da crise financeira mundial
A crise que teve início nos Estados Unidos e hoje afeta drasticamente sua economia tem efeitos negativos não só para o seu país de origem, mas para todos os que estão de alguma forma ligados ao seu setor econômico, ou seja: o mundo inteiro.
Inicialmente, representantes do Governo brasileiro diziam que a economia estava em sua fase mais sólida, e que, portanto, o Brasil não seria atingido negativamente pela crise mundial. Mas hoje já se notam os efeitos da crise em qualquer esquina de camelódromos no País.
A alta do dólar, a queda do preço do petróleo... Tudo isso há alguns meses parecia uma realidade muito distante, mas nada mais é do que o presente em que se encontra o setor financeiro mundial. Portanto, o Brasil é afetado diretamente, pois a importação que tem de produtos estrangeiros deixa tudo mais caro e o consumidor, que antes comprava dois ou três eletrodomésticos de uma só vez, volta a fazer economia para comprar um só deles.
As empresas brasileiras são as que mais perdem com a crise. Somente neste ano, o setor imobiliário perdeu mais de 70% de seu valor de mercado, uma demonstração clara da queda do Brasil junto a queda dos EUA.
Segundo especialistas de todo o mundo, não há como fugir da crise sem alterar o funcionamento da economia de seu país. Assim, o Brasil já apresentou medidas diretas, como o aumento da taxa de juros e um pacote de medidas contra a crise.
Com a amenização ou não dos efeitos da crise financeira mundial no Brasil, o consumidor já percebe no bolso que ela não está longe, mas sim presente no dia-a-dia de cada um. Supermercado mais caro, alimentação mais cara... Enfim, a crise não é mais um pesadelo, mas uma realidade.

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